quarta-feira, 4 de outubro de 2006

Je Suis Malade


Eis-me neste lindo estado...


Pois é, caros amigos... como veêm, estou de baixa!

Relatório Clínico

Fins de Setembro - começo com ligeira tosse de cão.

2 de Outubro - a tosse evolui para tosse de cão danado. Não posso falar um minuto sem perder a voz.

3 de Outubro - depois de 2 ou 3 ataques de tosse espasmódica e provocando falta de ar, vou à urgência do SAMS.

Triagem - Edema e dor da faringe. Ausência de febre.

Consulta - Médica muito simpática! Observação do ouvido e do gasganete. Auscultação cuidadosa e demorada.

Terapêutica na urgência - injecção intravenosa de Cortisona (anti-inflamatório corticosteróide). Aerossol de Ipatrópio, (broncodilatador), 30 m. Conheço a Matilde, que na cadeira ao lado sofre tratos de polé semelhantes e trocamos algumas impressões (depois conto o resto).

Sigo para o RX.
Faço o RX.
Volto à médica com o raio do RX.

Diagnóstico - infecção e inflamação acentuadas da faringe e laringe e já atingindo ligeiramente a árvore brônquica. [Com suspeita de tentativa sublimada de autodestruição :].
Terapêutica instituída - Ceclor Retard, Xyzal, Serevent e Mucosolvan. Beber muita água. Voto de silêncio (os outros pode quebrar :) )

Regresso a casa e início da terapêutica.

Apetite alimentar - normal.

Outros apetites - muito reduzidos.

Sono - bastante reduzido.

4 de Outubro - estado estacionário, mas se abro o bico lá vem tempestade de tosse. Febre muito ligeira, só se nota nas mãos e orelhas.

Tão depressa não vou poder cantar a ária de Mimi... por isso vos deixo com os fantásticos Sofia e Serge!!!

Je Suis Malade
Sofia e Serge Lama

7 comentários:

Anónimo disse...

Aspasia querida ,as melhoras e fica bem depressa .

Beijinhos

Carlota Joaquina Ataíde

Aspásia disse...

Carlota

Que alegria, amiga, em revê-la por aqui! Já tinha ido hoje ao "Olho Seco" ver se tinha passado por lá. Espero que esteja também melhor.
Isto com o tratamento vai ao sítio...

Beijinho :)

andorinha disse...

Põe-te boa depressa, vá lá...fico a torçer por isso:)
Beijinhos doces.

andorinha disse...

My God!
Escrevi torçer:(((((((
Mil chibatadas já!

viktor disse...

As melhoras. Cumprimentos à minha aluna Brunette.
Bjs.

APC disse...

Tou contigo nisso dos doi-dois serem bons para o cumbíbio, lolol. E deixo-te esta:

Na passada semana estive a dar formação no Porto. E com a mania de sentir a terra, vai de me fazer ao local de trabalho a pé, pela manhã.
Da Rua de Santa Catarina (lá mesmo em cima, onde se farta de haver trânsito, no mil e tal) até à Batalha, cai uma tremenda chuvada em cima de mim, que quase punha em perigo a minha impermeabilidade e me inundava a alma. Resultado: a roupa secou no corpo todo o dia, e à noite estava a escaldar e a cair por mim abaixo.
Às tantas, desço à recepção do hotel para descobrir se havia por ali uperto uma farmácia de serviço. Eis senão quando uma figurinha de charme (daquelas que só mesmo às vezes') se me oferece para ir comigo em busca de uma. "No way, José!", fora de questão! - pensei, sem saber como o dizer. Mas eis que ao percebê-lo, logo se desculpa e rectifica: "diga-me apenas o que quer, e eu vou lá com todo o gosto, não me custa nada" (!). Tendo em conta o meu estado mui débil (cof-cof) e o poder daquele olhar azul feito de tudo um pouco (jovialidade madura, seriedade humorada, elegância descontraída, por aí...) não foi fácil lutar, mas ganhei: que ele não iria coisíssima nenhuma; e que eu chamaria um táxi e que coisa e tal e tal e coisa! [Carneiro sou até morrer; e ainda que morta, teimosa!]
E sabes tu o que ele fez? Sabes, sabes, sabes? Num sabes? Pois bem: toca de subir ao seu quarto, em busca de algo milagroso para me salvar (ainda há heróis!).
- "Não saia daí, que eu volto já!".
Diz ele que até ligou a "uma amiga" (cof-cof... estranha esta tosse nortenha, que não me passa), a fim de melhor se informar sobre o remédio mais adequado tendo em conta os meus sintomas (os que deixei que ele topasse, claro!, ou mudaria a receita!;-)
Lá me deu 2 comprimidos de cada e um ror de conselhos, decerto copy-pastados da amiga, pois estava-se mesmo a ver que de fármacos percebíamos o mesmo.
Agradecimentos e despedidas e - tchanannnnnn... - o cartão de visita dele na minha mão (não sei, não vi, estava febril, já disse!).
Para Director Comercial (numa empresa em Lisboa, cof-cof-cof-cof), até que o meu médico de urgência não se portou nada mal, heim?! :-)
Ah, pois é!...
Isto de se adoecer tem o que se lhe diga, tem.
Mas põe-te lá boa, vá! ;-)))

Uma beijoka!

APC disse...

Tou contigo nisso dos doi-dois serem bons para o cumbíbio, lolol. E deixo-te esta:

Na passada semana estive a dar formação no Porto. E com a mania de sentir a terra, vai de me fazer ao local de trabalho a pé, pela manhã.
Da Rua de Santa Catarina (lá mesmo em cima, onde se farta de haver trânsito, no mil e tal) até à Batalha, cai uma tremenda chuvada em cima de mim, que quase punha em perigo a minha impermeabilidade e me inundava a alma. Resultado: a roupa secou no corpo todo o dia, e à noite estava a escaldar e a cair por mim abaixo.
Às tantas, desço à recepção do hotel para descobrir se havia por ali uperto uma farmácia de serviço. Eis senão quando uma figurinha de charme (daquelas que só mesmo às vezes') se me oferece para ir comigo em busca de uma. "No way, José!", fora de questão! - pensei, sem saber como o dizer. Mas eis que ao percebê-lo, logo se desculpa e rectifica: "diga-me apenas o que quer, e eu vou lá com todo o gosto, não me custa nada" (!). Tendo em conta o meu estado mui débil (cof-cof) e o poder daquele olhar azul feito de tudo um pouco (jovialidade madura, seriedade humorada, elegância descontraída, por aí...) não foi fácil lutar, mas ganhei: que ele não iria coisíssima nenhuma; e que eu chamaria um táxi e que coisa e tal e tal e coisa! [Carneiro sou até morrer; e ainda que morta, teimosa!]
E sabes tu o que ele fez? Sabes, sabes, sabes? Num sabes? Pois bem: toca de subir ao seu quarto, em busca de algo milagroso para me salvar (ainda há heróis!).
- "Não saia daí, que eu volto já!".
Diz ele que até ligou a "uma amiga" (cof-cof... estranha esta tosse nortenha, que não me passa), a fim de melhor se informar sobre o remédio mais adequado tendo em conta os meus sintomas (os que deixei que ele topasse, claro!, ou mudaria a receita!;-)
Lá me deu 2 comprimidos de cada e um ror de conselhos, decerto copy-pastados da amiga, pois estava-se mesmo a ver que de fármacos percebíamos o mesmo.
Agradecimentos e despedidas e - tchanannnnnn... - o cartão de visita dele na minha mão (não sei, não vi, estava febril, já disse!).
Para Director Comercial (numa empresa em Lisboa, cof-cof-cof-cof), até que o meu médico de urgência não se portou nada mal, heim?! :-)
Ah, pois é!...
Isto de se adoecer tem o que se lhe diga, tem.
Mas põe-te lá boa, vá! ;-)))

Uma beijoka!