segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

Adeus, Zé




Notas explicativas - Minha irmã, filha do 1º casamento de meu Pai, ficou orfã aos 2 anos e faleceu aos 25 de acidente de viação. A Avó de minha irmã era a 1ª sogra de meu Pai. Avó e neta viveram durante muitos anos no "quarto independente" da casa do Zé. A família do Zé foi a 2ª família de minha irmã.
Depois da morte da sua Mãe, em 2002, o Zé vivia sozinho. A morte do Zé, meu vizinho e companheiro de brincadeiras na infância trouxe todas estas recordações no dia de Natal.
Afinal também é um dia para estar também com todos os que já partiram.


Para ti em particular, amiga MJ, um grande beijo.

4 comentários:

PAH, nã sei! disse...

É sempre triste a perda de alguém, principalmente se faz parte de nós, das nossas vidas, do nosso quotidiano... no fundo, aquilo que faz de nós, isso mesmo NÓS...

Lamento a perda do amigo

MJ disse...

Bom dia, linda,e obrigada pelo beijo especial.

Compreendo perfeitamente o que sentes. Apesar de, no meu blog, me referir apenas à partida de meu pai, sofri já três marcantes perdas: a de um colega e Amigo do coração, a de uma tia que eu amava como mãe, a da minha mãe e, finalmente, a de meu pai.
Esta última foi, sem dúvida, a mais dolorosa... não porque o amasse mais do que aos outros mas porque foi a última referência do meu passado que desapareceu :-(
Um dia, alguém me disse: dói muito, querida, sei como estás a sofrer mas vais tornar-te uma pessoa mais forte.
Não acreditei, obviamente...
Hoje dou-lhe toda a razão. Passei a lutar com mais força e maior convicção por tudo aquilo e aqueles que ainda me restam...

Força, Amiga.

Um beijo enorme

Aspásia disse...

Pah

As perdas inevitáveis temos de as aceitar. Quanto à esperança, tentemos não a perder também...

Beijinho grande.

Aspásia disse...

MJ

Essas pessoas queridas não estão perdidas por completo, pois passaram a integrar essa maior força que agora te sustenta.

Creio que o mesmo me sucede...

Beijinho grande.