(Um dos primeiros Posts do meu blog musical A Flauta de Pã, em 2006... se a Máquina então já estava velha, agora está dinossáurica! )
Entramos hoje num registo musical bem-humorado. Assim, e com a ajuda dos meus dois gatinhos virtuais, o CopyWrite e o PianoCat (nas fotos), que queriam tocar para vocês, fui desenterrar ao sótão a velha "Máquina de Escrever" (de Leroy Anderson), e, enquanto eles tocavam, um, piano, e o outro máquina de escrever, decidi passar a limpo alguns ditos de espírito de vários compositores, (e entre parentesis os meus comentários a cada um). Não se escandalizem... nomeadamente com o último!
O PianoCat
* * *
Alessandro Marcello usava o pseudónimo arcádico de "Eterio Stinfalico".
(Se alguém descobrir o que significa Stinfalico, ganha um doce. Eu não consigo.)
(Se alguém descobrir o que significa Stinfalico, ganha um doce. Eu não consigo.)
Rossini dizia de Wagner – "este rapaz tem momentos inesquecíveis… mas horríveis quartos de hora".
(O relógio de Rossini devia atrasar-se muito...)
Débussy disse de Wagner: “ele foi um belíssimo pôr-do-sol, mas tomaram-no por uma aurora".
(Naturalmente porque esses tais sofriam de jet-lag...)
Richard Strauss disse: “Não sou um compositor de primeira. Mas, de entre os de segunda, decerto eu sou de primeira.”
(Também poderia ser de segunda, entre os de primeira... bastava enganar o revisor do comboio!...)
Richard Strauss classificava o maestro Bruno Walter de “imundo saco de farrapos piolhosos”.
(Neste caso só haveria um remédio: Quitoso Virtuoso. É o que eu uso para os gatinhos virtuais!)
Richard Strauss disse: “Não sou um compositor de primeira. Mas, de entre os de segunda, decerto eu sou de primeira.”
(Também poderia ser de segunda, entre os de primeira... bastava enganar o revisor do comboio!...)
Richard Strauss classificava o maestro Bruno Walter de “imundo saco de farrapos piolhosos”.
(Neste caso só haveria um remédio: Quitoso Virtuoso. É o que eu uso para os gatinhos virtuais!)
Max Reger disse (ao telefone...), ao ler uma crítica a seu respeito: “Estou sentado na divisão mais pequena de minha casa, que é a casa de banho, com a sua crítica à minha frente. Pois pode acreditar que dentro de segundos ela estará atrás de mim.”
(Mas que grande malandrote!!! Era preciso ter... lat(r)ina...)
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(As citações sobre os compositores foram respigadas de programas radiofónicos do grande divulgador da música clássica, António Cartaxo.
A Máquina de Escrever
Leroy Anderson (E.U.A.)
